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Novembro 27, 2017 0 Comentarios BLOG DICAS TEATRAIS por Gambiarra

Vozes é uma peça inédita escrita e dirigida por Alfredo Tambeiro, que é uma homenagem ao gênero de suspense policial, que une o suspense a comédia.

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Em sala de ensaio, através de improvisos dos atores e de discussões sobre os dias atuais, cria-se então esta peça. Com isto chegamos no conceito de um realismo fantástico, aonde texto, interpretação, unidos a luz e trilha criam este universo que transita entre o cinema de filme noir e quadrinho. A peça questiona o conceito do herói, que a sociedade quer acreditar a qualquer custo num salvador, sem perceber que este herói, é uma pessoa igual as outras. Nesta história o detetive Alberto (o herói), diz claramente que não quer ser tornar uma celebridade, mas a vida o leva para este lugar de destaque.

Outro fato importante neste espetáculo é o conflito de dois mundos, a junção do mundo policial com o mundo do show aonde os artistas não escondem seus egos e nem suas paixões, tudo é colorido e dramático, neste universo do show destaca-se a personagem Cristina (que é a mistura de uma femme fatale dos filmes antigos e com o arquétipo das mulheres contemporâneas que não tem medo de exercer o seu poder de sedução.)

O Fantástico surge na peça através do grande segredo do Alberto, ele vê e ouve espíritos e por isto resolve seus casos de forma rapida e direta. Entre estes fantasmas, aparece um palhaço de 1913, que vem através da comédia exercendo várias funções na trama, hora aparece com a função premonitória e em outras horas como a consciência do nosso herói. E assim nossa história se desenvolve mostrando paixões, desejos de sucesso e traições.

SINOPSE

O texto de Alfredo configura um épico que trafega por diversas paisagens e ambientes, nas quais o protagonista encontra personagens (humanos e fantasmagóricos) que atravessam seu destino, lhe proporcionando experiências dilacerantes e conduzindo-o a uma visão em profundidades progressivamente abissais, assim como a tortura interna de esconder um segredo que jamais pode ser revelado. A presente encenação vai se construir em um espaço único, porém em 7 ambientes diferentes: a iluminação delimitará cada espaço e tempo, levando ao público a identificação perfeita de cada espaço, momento e ambiente. Os atores irão integrar-se a estes espaços unindo-se a iluminação e as marcações de cada cena, portanto, trata-se de uma encenação minimalista, na qual a força do texto de Alfredo construirá figuras, tempos e espaços múltiplos. Trabalharemos com uma iluminação marcada e específica, configurando cada situação e ambiente para situar o público, assim como é feito nos cinemas. Haverá também transparências, silhuetas através de uma tela ou mesmo sombras no palco. Trata-se de fazer do palco o lugar de instauração de ZONAS MINIMALISTAS, determinadas, estáveis, com plena clareza de definição, nas quais ficção e realidade (mentira e verdade) unem-se para se impor a cada instante. E neste ambiente minimalista, que estabilizam-se as barreiras que separam vida e morte, sonho e realidade, passado e presente, mundo interno e mundo externo. Este procedimento encontra- se em consonância com uma questão central da peça: o segredo de Alberto (nosso personagem principal) e o enfrentamento deste, além do conflito interno que ele não pode compartilhar com ninguém, segredo este povoado por fantasmagorias. Os figurinos vão seguir o real lúdico, o clássico e o underground, com tons claros, e escuros, conforme cada situação o exigir. Trata-se de desenhar cenicamente figuras cuja presença evoque criaturas de sonho, reais e fantasmagóricos, sugeridas por silhuetas sobre-humanas.

SOBRE A ENCENAÇÃO ALFREDO TAMBEIRO(DIRETOR)

Formado pela Escola de Teatro Célia Helena, sua primeira direção foi o show de música do cantor Rian Cordova “Desligue o Carão”. Dirigiu e escreveu o espetáculo “A Troca” Dirigiu e escreveu o espetáculo para a Cia Atma “Os Ancestrais” Como ator: Destacou-se no espetáculo “ApontoTchekhov”, onde além de atuar, sob a direção de Fernando Neves, estreou como autor. Este espetáculo reinaugurou o Teatro Cacilda Becker SP. De Miro Rizzo em “Depois Daquela Noite”; Sob a batuta de Marco Antônio Rodrigues em “Monkepoot”, de Peter Weiss; Foi dirigido por Ana Roxo, com supervisão de Antônio Araújo em “Ensaio Sobre Amor”; Participou das montagens cariocas de “Todo Dia”, de Pedro Rabinovicht, e “Parece Pinter”, de Harold Pinter, com direção de Paula Sandroni. Atuou ainda no infantil “Acorda Cordel”, peça que fez parte do projeto de formação de público do SESC, sob Direção de Flávio Faustinoni Cinema: No cinema estreou como ator e roteirista no curta Amigas, dirigido por Marcio Lemos, desta parceria surgiu o roteiro do longa Atacama que está em fase de captação.

DIEGO BECKER é ator, humorista, cantor, dançarino, palhaço e patinador. Um artista de mil facetas com mais de 15 anos de carreira, já atuou em vários segmentos artísticos, entre eles teatro, TV, campanhas publicitárias, cinema e web. Atualmente integra o elenco do Humorístico do programa Pânico na Band com muitos personagens (Paolha Cassarolha, Paula Ayala, Angola Maria, Jorginho Monamú, entre outros). Entre outros trabalhos no teatro, fez parte do elenco de “REBÚ” (texto de Jô Bilac, indicado ao Prêmio APCA/SP 2010, com direção de Vinícius Arneiro), esteve em cartaz há três anos, cumpriu temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e percorreu mais de 20 estados brasileiros. Esteve presente também no elenco de “Pouco amor não é amor” (Direção de Flavio Souza), comédia romântica em cartaz no Teatro Maria Clara Machado. Durante anos fez parte de famosos grupos de improvisação entre eles: Improváveis, Improvisáveis e Avacalhados, onde contracenava com seus amigos, um elenco muito conhecido na cena nacional como: Tatá Werneck, Fabio Porchat, Eduardo Sterblich, Rafael Infante, André Pateta, Fábio Nunes, Sill Esteves e entre outros convidados do elenco rotativo. No mesmo segmento participou como convidado do espetáculo Improvável da Cia Barbixas de Humor. Fez também “Bruxarias Urbanas” (texto Jô Bilac 2006) em pequena temporada no Teatro Sérgio Porto. Diego também tem experiência em musicais com texto de Rogério Blat e direção de Ernesto Piccolo, entre eles “Fé na parada” e “Anjinhos e capetinhas”. No cinema têm experiência em curtas metragens e está no elenco do longa “AMORAIS”, (roteiro e direção de Fernando Ceylão). Em publicidade fez mais de vinte campanhas, para clientes como Vivo, Oi, CCAA, LoteRJ, Antártica, Skol, Jornal Extra e Petrobrás. Na TV integrou o elenco de Duas Caras (Globo 2008), em seu currículo ainda conta com diversas participações em programas e novelas como: *GLOBO:Amor a Vida, Salve Jorge, Viver a vida, S.O.S emergência, Programa Encontro e Amor eterno amor. *MTV: Quinta Categoria. *BAND: É tudo improviso, Pânico na Band e Só Risos. *NATGEO: Nazi Huntres. *CANAL BRASIL: Amorais. Na Web participou de muitos vídeos em Canais no Youtube, como destaque temos os do canal Parafernalha, entre eles estão: Homofobia” (2,5 milhões de acessos), Corra que a tropa de elite vem aí - Ep. 3 (2,8 milhões de acessos). Alem disso Diego Becker também fez cursos de especialização em Clown, canto, dança e etc. Por conta de alguns de seus trabalhos no teatro recebeu diversas indicações, tendo sido premiado como melhor ator.

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Texto e Direção: ALFREDO TAMBEIRO

Elenco: Diego Becker, Clara Lyrio, André Pateta, Wagner Galvão.

Idealização: BECKER PRODUÇÕES

Temporada: 01 DE NOVEMBRO A 14 DE DEZEMBRO QUARTAS E QUINTAS

Local: Teatro Augusta – SP R. Augusta, 943 São Paulo.